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quinta-feira, agosto 30, 2012

ASSÉDIO MORAL CONTRA O EMPREGADO


Tão antigo quanto o trabalho, o assédio moral caracteriza-se por condutas que evidenciam violência psicológica contra o empregado.
Desta forma, expor o empregado a situações humilhantes (como xingamentos em frente dos outros empregados); exigir metas inatingíveis; negar folgas e emendas de feriado quando outros empregados são dispensados; agir com rigor excessivo e colocar "apelidos" no empregado são alguns exemplos que odem configurar o assédio moral.

São atitudes que, repetidas com frequência, tornam insustentável a permanência do empregado no emprego, causando danos psicológicos e até físicos (como doenças devido ao estresse) ao empregado.

Os distúrbios mentais relacionados com as condições de trabalho são hoje considerados um dos males da modernidade. Algumas das novas políticas de gestão exigem que as pessoas assumam várias funções, tenham jornadas prolongadas, entre outros abusos. Para o empregado, não aceitar tais imposições é correr o risco de ser demitido já que dificilmente faltam substitutos.

Ressalte-se que o assédio moral é repetitivo, ou seja, é caracterizado por ações reiteradas do assediador. Portanto, devem-se diferenciar acontecimentos comuns e isolados que ocorrem nas relações de trabalho (como uma "bronca" eventual do chefe) das situações que caracterizam assédio moral. Se constantemente a pessoa sofre humilhações ou é explorada, aí sim temos assédio moral.
Além dos superiores hierárquicos, é comum os pares terem atitudes de humilhar seus colegas. Por medo, algumas pessoas repetem a atitude do chefe, humilham aquele que é humilhado ou ficam em silêncio quando vêm uma situação dessas. Mas os executivos também sofrem pressão. A cada ano eles têm que atingir metas mais ousadas em menos tempo e acabam transmitindo essa angústia para os demais. O problema é estrutural nas empresas.

Uma das principais causas do assédio é o desejo do empregador em demitir o empregado. Para não arcar com os custos de uma demissão sem justa causa, o empregador busca criar um ambiente insustentável na expectativa de que o empregado acabe pedindo demissão.
Entre as pessoas que mais sofrem humilhações estão aquelas que adoecem por consequência do trabalho; as de meia-idade (acima de 40 anos) e são consideradas "ultrapassadas" em alguns ambientes; as que têm salários altos, porque podem ser substituídas a qualquer momento por um ou dois trabalhadores que ganhe menos; gestantes e os representantes eleitos da CIPA e de Sindicatos (que possuem estabilidade provisória). Abaixo algumas situações que podem identificar um empregado que está sendo assediado:
·        isolado dos demais colegas;
·        impedido de se expressar sem justificativa;
·        fragilizado, ridicularizado e menosprezado na frente dos colegas;
·        chamado de incapaz;
·        torna-se emocionalmente e profissionalmente abalado, o que leva a perder a autoconfiança e o interesse pelo trabalho;
·        propenso a doenças;
·        forçado a pedir demissão.
Citamos também algumas situações que podem identificar o agressor, podendo ser um chefe ou superior na escala hierárquica, colegas de trabalho, um subordinado para com o chefe ou o próprio empregador (em casos de empresas de pequeno porte):
·        se comporta através de gestos e condutas abusivas e constrangedoras;
·        procura inferiorizar, amedrontar, menosprezar, difamar, ironizar, dar risinhos;
·        faz brincadeiras de mau gosto;
·        não cumprimenta e é indiferente à presença do outro;
·        solicita execução de tarefas sem sentido e que jamais serão utilizadas;
·        controla (com exagero) o tempo de idas ao banheiro;
·        impõe horários absurdos de almoço, etc.
Vale ressaltar que não basta alegar o assédio, é preciso provar que foi assediado, sob pena da Justiça do Trabalho não reconhecer o direito conforme se pode constatar em alguns julgados abaixo.
No âmbito federal, o Brasil ainda não possui regulamentação jurídica específica, mas o assédio moral pode ser julgado por condutas previstas no artigo 483 da CLT.

Na prática, os tribunais trabalhistas reconhecem o assédio quando caracterizado e comprovado por testemunhas, levando aos empregadores a pagarem indenizações elevadas.

CAMPANHA SALARIAL 2012/2013


Após os debates do XI Contect, a Pauta de Reivindicações da categoria está finalizada e será enviada oficialmente pela direção do SINCORT aos seus afiliados em todo o Estado.
A Pauta será referenda na assembleia realizada pelo sindicato, no dia 25 julho. Junto com o referendo da pauta, será referendado um diretor sindical, que representará a categoria no Comando de Mobilização e Negociação para Campanha Salarial-2012/2013.
O envio da pauta aos trabalhadores da ECT.  é uma etapa essencial para o início da campanha salarial 2012/2013. Os trabalhadores, em cada base sindical, devem estudar e analisar a pauta. As reivindicações dessa campanha salarial são as mais combativas dos últimos anos, contendo as questões mais sentidas pelos trabalhadores nos setores de trabalho.

            O carro chefe da pauta que será enviada aos trabalhadores, é o índice de reajuste de 43,7%, aumento linear de R$200,00 reais, O vale refeição será de R$ 35,00 por dia e o piso salarial reivindicado será de R$ 2.500,00. Alem disso, os trabalhadores também irão lutar pelo retorno da data-base da categoria para dezembro.

Além das clausulas econômicas, a pauta contem, as reivindicações sociais e relativas às condições de trabalho da categoria. Tudo o que foi levantado na pauta de reivindicações, é produto de um extenso trabalho na base, as denúncias dos trabalhadores sobre os abusos dos chefes, as péssimas condições de trabalho nos setores, a falta de funcionários, e etc.

Uma das principais questões da Pauta é a política de superexploração da ECT, por meio da implantação do SAP nos CDDs e do SARC nas agências. As reivindicações dos trabalhadores só farão sentido se vierem acompanhadas da luta contra a privatização.
-           43,7% já!
-           Fim do SAP e do SARC;
-           Contratação imediata de 30 mil funcionários
-           Fim da terceirização;
-           Fim da sobrecarga de trabalho;
-           Não à privatização da ECT;
-           Entrega só pela manhã;
-           Data-base para dezembro;
-           Fim do banco de horas;
-           200 reais linear;
-           Auxílio creche para homens;
-           Fim do PCCS da escravidão;
-           Não ao assédio moral;
-           Seguro de integridade pessoal para os trabalhadores;
-           Não ao banco postal;
-           Livre acesso dos representantes sindicais nos setores de trabalho;
-           Condições adequadas de trabalho;
-           Jornada de 6h para os atendentes;
-           Não à intervenção dos tribunais patronais no movimento sindical; pelo direito de greve!

CAMPANHA SALARIAL


Após várias reuniões, nem os representantes da empresa e nem da Fentect chegaram ao um denominador comum. Ou seja, temos a proposta apresentada pela federação, que representa os anseios da categoria, e a ridícula proposta apresentada pela empresa, que é de 3% sobre o salário, repassando este índice aos demais benefícios. Vale lembrar que a empresa divulgou que, até meados do fim do mês de maio, o lucro líquido era de 700 milhões de reais, nesta base, ao fim de 12 meses, a empresa terá obtido o maior lucro de sua historia. E quando senta a mesa de negociação, diz que não tem dinheiro para dar aumento aos seus empregados, e se não aceitar a proposta por ela mostrada no decorrer das negociações, recorrerá ao TST. Uma das angustias sofrida pela categoria, e o fantasma do ACÓRDÃO. Talvez, um mecanismo que a empresa utilizará para não negociar com os trabalhadores, forçando a categoria a ir pra greve. Neste momento somos forçados a refletir. Aceitamos o que a empresa está impondo, ou, iremos de maneira organizada, brigar para melhorar nossos salários, e consequentemente, a vida de nossas famílias.

                        Aproximadamente, uma década atrás, a FENTECT era comandada pela mesma corrente política que hoje está à frente da federação, e lembramos como era difícil conseguirmos um acordo coletivo que nos beneficiar-se, pois, encontrávamos intransigência tanto por parte do governo quanto pela federação, e nosso movimento unificado era contra um governo intransigente. Assim como hoje.

                        O cenário mudou, nos últimos anos, mesmo com o partido dos trabalhadores assumindo o governo, fomos forçados a ir para a greve, conseguimos recuperar grande parte do nosso poder aquisitivo, perdido nos anos anteriores. Não podemos esquecer que, alem da mudança no governo, a FENTECT era comandada por outra corrente política, por meio disto, facilitavam-se as negociações por intermédio da própria política vigente. Isto não quer dizer, que o movimento sindical acomodou-se, mas sim, passou-se a ser feito de maneira seria, visando resguardar e respeitar o trabalhador no seu local de trabalho. Bandeiras são levantadas, como a saúde do trabalhador, o assedio moral, etc. Assim como novas necessidades são percebidas, como a não dobra no setor de trabalho, assistência medica regular, entre outras necessidades. Não devemos esquecer-nos de, tudo que conseguimos até hoje, foi com muita luta, desde os companheiros que passaram pelo movimento, anos atrás, onde muitos pagaram com o próprio emprego, que até o dia de hoje lutam para retornar para a empresa. Luta essa que devemos manter para não perder esses benefícios ganhos anos atrás, se os trabalhadores dos correios não ficarem unidos, existe a possibilidade de esses benefícios serem perdidos. Prova esta, e a tentativa de substituir o plano de saúde do trabalhador por um plano privado.

                        Por isso a presença dos trabalhadores na assembleia é importante, mostra para a empresa, o quanto os trabalhadores estão convictos de seus direitos, e, é desta maneira, que a empresa consegue visualizar a união e a disposição dos trabalhadores para a campanha salarial deste ano. Vale lembrar que, os movimentos estão ai, ocorrendo em todas as esferas do Governo, não queremos nada mais do que aquilo que nos temos o direito de revindicar como trabalhador desta empresa. As peças foram trocadas, o que mudou nos setores de trabalho, no que diz respeito à saúde e valorização do trabalhador? Esta resposta tem que vir de você companheiro.

                                                                                          

O trabalhador unido, jamais será vencido. Juntos somos fortes, mas separados, podemos ser vencidos

sábado, junho 23, 2012



MESMO OS QUE NÃO SÃO CRISTÃOS, QUE TENHAM OUTRA ORIENTAÇÃO RELIGIOSA OU ATÉ MESMO OS ATEUS. JÁ OUVIRAM FALAR DA HISTÓRIA DE JUDAS, QUE TRAIU SUA IDEOLOGIA, SEUS AMIGOS E COMPANHEIROS DE PEREGRINAÇÃO COM JESUS E O PRÓPRIO JESUS POR 30 MOEDAS.

O FIM DA HISTÓRIA TODOS SABEMOS E EXECRAMOS O SEU ATO ATÉ HOJE. MAS ASSIM COMO UMA MOEDA TEM DOIS LADOS, A VIDA TAMBEM É DÚBIA, NÃO FORAM APENAS OS ENSINAMENTOS PREGADOS POR JESUS QUE SOBREVIVERAM APÓS QUASE 2000 ANOS DAQUELE ATO EDIONDO DE TRAIÇÃO.

O MAL ENCARNADO NA FIGURA DE JUDAS TEVE UMA LEGIÃO DE SEGUIDORES,
ELES ESTÃO EM TODOS OS LUGARES, DOS MAIS IMPROVÁVEIS AOS MAIS PREVISÍVEIS , SEMPRE NA ESPREITA ESPERANDO O MOMENTO DE ATACAREM.

VOCE DEVE ESTAR SE PERGUNTANDO, O QUE TEM JUDAS E O XI CONTECT?
RESPOSTA: TUDO

AGORA SABEMOS QUEM SÃO OS INIMIGOS DE NOSSA CATEGORIA, AGORA SABEMOS CONTRA QUEM DEVEMOS LUTAR, SÃO ELES OS SEGUIDORES DE JUDAS :
PCO, MRL/PT, ARTICULAÇÃO DE ESQUERDA – ASS/PT, MUTE/PT, INTERSINDICAL/PSOL E INDEPENDENTES.
VENDERAM-SE POR “30 MOEDAS” NUMA UNIÃO IMPROVÁVEL E SÓ ENTENDIDA POR SEREM ALMAS GEMEAS DA TRAIÇÃO, USURPADORES DO PODER PARA BENEFÍCIO PRÓPRIO EM DETRIMENTO DE TODA NOSSA CATEGORIA E ESTÃO PRESTES A NOS LEVAR A MAIS UMA DERROTA EM NOSSA LUTA.

ASSIM COMO O PSICANALISTA HELIO PELLEGRINO DIZIA QUE A INTELIGÊNCIA VOLTADA PARA O MAL É PIOR DO QUE A BURRICE, A SIMPATIA E A CORDIALIDADE, QUANDO USADAS PARA O EXERCÍCIO DA CANALHICE, SÃO PIORES DO QUE A SECURA E A DUREZA NO TRATO. É O ESTILO PREFERIDO DOS POLÍTICOS BRASILEIROS, DOS GRANDES LADRÕES PÚBLICOS, DOS OLIGARCAS QUE ENRIQUECEM COM A POLÍTICA, É A BÍBLIA DESSA GENTE. BAJULAR E PAPARICAR: SÃO CONDIÇÕES BÁSICAS NECESSÁRIAS PARA O EXERCÍCIO DA CANALHICE DESSA CORJA DE FILHOS DE JUDAS.

CONFÚCIO DISSE: ” O MAIOR PRAZER DE UM HOMEM INTELIGENTE É BANCAR O IDIOTA DIANTE DO IDIOTA QUE QUER BANCAR O INTELIGENTE.”
CHEGOU A HORA DE DEIXARMOS DE LADO ESSE PRAZER E TRATAR ESSES IDIOTAS COMO ELES DEVEM SER TRATADOS, APENAS COMO IDIOTAS.

RELATÓRIO SOBRE O XI CONTECT

Iniciamos com um ponto paradoxal, que foi o bloco CSP-Conlutas (PSTU), que mesmo anunciando que sairá da FENTECT votou e integrou o bloco de oposição “Por uma Fentect de Luta” formando assim um grupo com PCO, MRL/PT, Articulação de Esquerda – ASS/PT, MUTE/PT, Intersindical/PSOL e independentes.

Formando o bloco “Unidade na Luta”, estavamos ArtSind/PT, MSB/PT, MTC/PT, dissidentes da CTB/PC do B e independentes.


Anistia

A mesa que representou a Comissão de Anistia da FENTECT relatou os avanços que esses companheiros obtiveram no último período. O secretário de anistia, Emerson Marinho, junto com toda comissão pediu que os sindicatos intensificassem a luta pela reintegração dos trabalhadores, também foi acordado por todas as forças políticas a construção de mobilizações e atos que sejam realmente efetivos na luta da reintegração dos vários companheiros que tombaram nas lutas de nossa categoria.


PCCS

Ponto de consenso, várias foram as reclamações referentes ao PCCS/2008. Diversos encaminhamentos foram tirados na intenção de barrar o PCCS e garantir as perdas causadas por sua aplicação. A comissão explicou que não há acordo com a ECT, dessa forma devemos encampar e organizar nossa luta contra a aplicação do modelo que atualmente não condiz com as necessidades dos trabalhadores. A cada dia, diversos trabalhadores saem da ECT por não acreditarem em reconhecimento ou ascensão, da mesma forma que desmerece e retira direitos de todos os trabalhadores que permanecem nos quadros da empresa.


Campanha Salarial

Mesmo tendo a tese eleita, o bloco “Unidade na Luta” foi derrotado na construção da pauta de reivindicações. A proposta de nosso bloco era que os acordos coletivos anteriores servissem de base na campanha, fazendo assim uma pauta sólida, fundamentada e que trouxesse reais ganhos a nossa categoria, avançando no que já está garantido nas nossas lutas anteriores. A pauta vencedora do bloco “Por uma FENTECT de Luta” é a reedição das pautas anteriores com algumas adições, como por exemplo, vale páscoa de R$300,00 (trezentos reais), entre outras propostas, o que não deixa de ser justo, mas que vai exigir bastante mobilização por parte dos sindicatos e da categoria. Nas cláusulas econômicas foi aprovado o reajuste de 43,7% + R$200,00 linear, salário base R$2.500,00, entre outros pontos. Foi encaminhado pelo SINTECT/ES, a proposta de distribuição feita pelo carteiro na parte da manhã, acreditamos que seja adicionado, já que outros estados também se manifestaram a favor. Outro ponto importante levado pelos companheiros da ArtSind/RJ, foi a atualização dos valores e do formato pago aos carteiros motorizados, onde baseado nos valores pagos em 1997 (data de criação da portaria), a gratificação hoje deveria ser R$457,10 em todo território nacional. Todas as demais informações serão enviadas aos trabalhadores através de boletim fornecido pela própria FENTECT, como foi acordado entre as partes no XI CONTECT.


Estatuto da FENTECT

Algumas mudanças significativas foram obtidas na mudança estatutária da FENTECT. Houve a manutenção dos 3 (três) anos de mandato, defendida pela “Unidade na Luta”. O formato do comando de negociações sofreu mudanças, agora o comando será formado por 6 (seis) membros da FENTECT e mais um representante de cada sindicato que representam a federação, além do aumento dos diretores para 21. Agora também, para que uma proposta seja aprovada, é necessário o aval de dois terços dos sindicatos filiados. Todos os demais pontos obtiveram consenso entre as partes.


Ao final…

O que foi visto no XI CONTECT foi meramente uma disputa política, os representantes da CSP-Conlutas fizeram questão de distribuir informativos alegando que votariam no bloco de oposição para provar que mesmo ganhando este bloco seria incompetente para gerir a federação e que promoveria a política do “quanto pior, melhor”. Nossas propostas nem se quer foram ouvidas, o único objetivo era impedir que qualquer coisa levantada pela “Unidade na Luta”, nosso bloco, fosse barrado, independente se trouxesse ganhos ou não para o trabalhador.


 ARTSIND - RENOVAR PARA AVANÇAR

quinta-feira, junho 07, 2012

Mês das mães e das noivas, época em que o comércio propaga uma corrida as lojas de todos os segmentos numa busca desenfreada para a compra do tal presente, bem como a
procura de uma igreja para a linda cerimônia de casamento, conforme manda a tradição.
 
Merecidamente comemorado, infelizmente, o Dia das Mães representa alegria para uns, e choro e tristeza para outros... Mas o que são essas coisas senão viver?
 
Depois de décadas, o papel da mãe apenas como cuidadora e procriadora se desfez. Com o passar dos anos ocorreram mudanças no cenário mundial e as mulheres passaram a acumular funções. Elas não deixaram de ser mães, mas passaram ainda a ser pais e, em muitos casos, chefes de famílias.

Foi diante desse novo panorama que nós, mulheres, conseguimos galgar alguns espaços na esfera do poder. Espaços estes ainda insignificantes, no entanto um indicativo de que estamos avançando. Exemplo disso é o fato de hoje termos em nosso país a primeira presidente da República.
 
Não podemos negar que essa mudança ocorreu à duras penas para nós, pois tivemos que sair dos nossos lares para nos sustentar e aos nossos filhos tendo que deixá-los a mercê da própria sorte ou, na melhor das hipóteses, contando com o auxílio de algum familiar como tias, avós e babás.
 
Essa ausência de casa talvez nos fez perder alguma coisa, porém, com certeza ganhamos também outras. Não adianta neste momento olhar para trás e nos lamentar, e sim olhar para frente e ver o que podemos mudar em relação ao futuro.
 
As mulheres são 51% da população brasileira e precisamos assumir com mais afinco nosso novo papel. Não estou falando em competir com os homens, mas de nos unirmos a eles para transformarmos o mundo, a humanidade!
 
Mulher forte, guerreira e de luta, este é o nosso momento. Não permita que os outros lhe digam do que é capaz, contudo, busque dentro de você e encontre o SEU verdadeiro papel na sociedade.
 
Em nossa empresa conseguimos a assinatura, o selo proequidade, e o que mudou? Precisamos agora ir à busca das mudanças, é hora de dizer como queremos o acordo coletivo.
 
Você, mulher, é naturalmente “política” ao tratar com seu marido, filhos, vizinhos e colegas de trabalho, então não se esquive dessa luta que não é somente minha, é sua, é nossa!!

 
SIMONE SOARES LOPES
Presidenta do SINCOTELBA

Origem dos Correios

Em 25 de janeiro de 1663, foi criado o Correio-Mor no Brasil, nome dado à função de carteiro naqueles tempos. Luiz Gomes da Matta Neto, que já atuava como Correio-Mor em Portugal, assumiu o posto no Brasil e se tornou o responsável pela troca de correspondências da Corte.
 
As outras pessoas que quisessem enviar correspondências tinham de utilizar os serviços de mensageiros,viajantes (como tropeiros ou bandeirantes), ou de escravos. Só a partir do ano de 1835, a Empresa de Correios deu início à entrega de correspondências em domicílios. E em 1852, o telégrafo foi introduzido no Brasil.
 
Em quase 350 anos de atividade, muita coisa se transformou. Novas formas de entregas foram sendo somadas às mais antigas. Os “sedex”- serviços de encomenda expressa – tornaram possível entregar uma mercadoria em outro Estado até no mesmo dia. Por outro lado, ainda há cidades e municípios sem distribuição domiciliar. Os moradores são obrigados a buscar suas cartas na paróquia local ou em associações, por exemplo.
 
Atualmente, trabalham no Brasil cerca de 54 mil carteiros (a Itália, com ¼ da população brasileira tem 150 mil funcionários de correios). O número, portanto, é pequeno, e por isso não dá conta da distribuição diária de aproximadamente 40 milhões de objetos. Mesmo assim, ainda é mantido o referencial humano desta atividade, que se tornou uma das com maior credibilidade na sociedade brasileira.

 (Fonte de pesquisa: Portoweb-datas comemorativas).

Líder confessa 11 assaltos a agências dos Correios

Fonte: Correio do Povo


Mandados de prisão cumpridos na manhã desta terça-feira (5) pela Polícia Federal, em Maceió e Arapiraca, levaram mais três acusados de assaltos a agências dos Correios ao sistema penitenciário alagoano. Na investigação, que já dura mais de seis meses, nove homens foram identificados e já estão presos. Juntos, de acordo com a Polícia Federal, eles já teriam praticado nove assaltos aos Correios.

No último dia 31 de maio, Pedro dos Santos Filho, conhecido como “Peu” e tido como líder da quadrilha, foi preso quando estava prestes a praticar o sexto assalto a agência dos Correios só no mês de maio. Segundo a PF, há indícios da participação de Peu em pelo menos 15 assaltos. Ele confessou, em depoimento na PF, o envolvimento em onze deles.
Com Pedro, mais dois homens foram detidos. Nesta terça, mais seis integrantes da quadrilha foram localizados, sendo que três já estavam cumprindo pena no sistema prisional. Dos que estavam em liberdade, dois foram detidos em Arapiraca e outro em Maceió.

Na prisão realizada em Traipu, no dia 31, quando Peu foi encontrado, um dos assaltantes conseguiu escapar e ainda está foragido. Além dessas prisões, as provas colhidas na investigação e os depoimentos de testemunhas, que, inclusive, reconheceram os suspeitos através de fotografias, levaram a PF a sete nomes: Pedro dos Santos Filho, Jaelson dos Santos Silva, Jorge Luiz Aquino da Silva, Odilon Dantas, Cristiano Rocha Ferreira, Thayrone Tenório da Silva e David Jeferson Leandro da Silva. Todos eles respondem por formação de quadrilha e roubo qualificado. Os outros dois, presos em Traipu, não tiveram seus nomes revelados.

De acordo com a PF, todos os investigados têm passagem pela polícia, sob acusação de assalto. Os mandados de prisão preventiva foram expedidos pelo juiz federal Aloisio Cavalcante, da 8ª Vara de Arapiraca. Após serem ouvidos, os acusados serão encaminhados à Casa de Custódia e estão sujeitos a penas de até 15 anos de reclusão.


PF investiga outras quadrilhas

Apesar da prisão destes nove assaltantes, a PF reconhece que há outros nomes envolvidos nos assaltos a agências dos Correios. “A gente tem conhecimento da existência de outras quadrilhas que cometem o mesmo delito no estado. E estamos investigando”, alertou o delegado Gustavo Gatto em entrevista coletiva, na tarde desta terça (5).

Questionado se haveria alguma relação entre o aumento no número de assaltos e a proximidade do período eleitoral, o delegado Igor Romário de Paula, da regional de Combate ao Crime Organizado, disse que ainda não foram encontrados indícios que possam levantar esta suspeita. “A gente está investigando. Mas até agora não se pode estabelecer uma ligação entre os assaltos e o fato de estarmos em ano eleitoral”, explicou.

Audiência suspende punições do SAP


Mais um passo foi dado em direção ao fim do Sistema de Avaliação de Produtividade (SAP) na quinta-feira, dia 31 de maio. Uma nova audiência no Ministério Público do Trabalho permitiu alguns avanços na discussão sobre o SAP entre a Fentect e a ECT. Ficou acordado que: a empresa suspenderá as punições do SAP; realizará uma análise do perfil e desempenho de cada trabalhador que obteve nota ruim na avaliação; além de passar o nome dos trabalhadores que obtiveram nota ruim no SAP para a Fentect.

Nesta terceira audiência com o procurador do Trabalho Ricardo Britto, os trabalhadores não saíram totalmente satisfeitos com a proposta da empresa. A Fentect quer acabar com o SAP e não moldá-lo. Com isso, a federação continuará na luta contra esse sistema e buscará novos instrumentos para acabar com essa avaliação que agride os ecetistas de todo o Brasil. 

A Fentect orienta os trabalhadores a não assinarem nenhum documento após a avaliação. E caso o trabalhador assine, faça uma ressalva de que não concorda com o resultado obtido no SAP. “O ideal seria resolver a problemática das condições de trabalho e depois verificar se cabe aplicar um sistema de avaliação. Vamos buscar outros mecanismos para barrar e tirar o SAP das nossas vidas, seja por meio da campanha salarial, do acordo coletivo e de outras alternativas na Justiça do Trabalho”, afirma o diretor jurídico da Fentect, Manoel Feitoza.